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Maconha é sim porta de entrada para outras drogas
Maconha é sim porta de entrada para outras drogas


Maconha é sim porta de entrada para outras drogas afirma psicóloga Marisa Lobo,

 

Guia-me: O uso da maconha é a porta para outras drogas? Haveria um "caminho" normalmente seguido pelos usuários ou isso não pode ser generalizado? (Ex: primeiro a maconha, depois, cocaína, etc.)

 

 

 

Psicóloga Marisa  Lobo Palestranto em um encontro de Vereadores do Paraná

Marisa Lobo Palestranto em um encontro de Vereadores do Paraná

 

 

Marisa Lobo: Seguramente  sem medo de errar digo que é a principal porta de entrada para outras drogas, a busca desenfreada pelo prazer faz muitas vezes o viciado buscar outras drogas mais potentes, além de sua interação com outras drogas, como o álcool, por exemplo que é um dos principais riscos a saúde física, mental e social, pois deixa a pessoa em questão totalmente violenta, potencializando seus efeitos, podendo até matar em uma overdose, além de com o tempo causar danos irreversíveis no cérebro humano, a ordem de vício nem sempre é essa, mas a maconha está presente em quase a totalidade, como um caminho da degradação.

 

 

 

 

 

 

Guia-me: Quem pode ajudar os jovens e adolescentes a se manterem longe de um vício, como a cola, maconha ou outras drogas? Família, escola, igreja, amigos...?

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Lobo: Todos nós, a questão das drogas é que todos nós somos responsáveis, e muitos de nós somos omissos , precisamos ter em mente que só será possível derrotarmos as drogas se trabalharmos em rede , cada um em sua função porém interligados em uma grande corrente solidária de prevenção, ajuda  e obtenção de conhecimento. A igreja tem um papel importantíssimo nessa prevenção e também no tratamento é comprovado cientificamente que jovens que freqüentam igrejas com um compromisso espiritual sendo  este compromisso  cientifico no sentido de conhecimento dos perigos para o físico , psicológico  sociais e espiritual das drogas se mantém a distância, porém o que falta é exatamente este conhecimento e diálogo, transparência de não apenas demonizá-la, a droga pode ser o demônio más a pessoa que usa não, ela está sendo eng ana da pelo falso prazer que ela gera.

 

 

 

 

 

 

 

Guia-me: F alan do como psicóloga, em sua opinião, após a descoberta de que um membro da família está envolvido com drogas, como a família pode ajudá-lo a vencer este mal?

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Lobo: Com muito diálogo e sem preconceito, lembrando que diálogo é uma via de mão dupla onde "eu falo más também escuto". O amor tem que ser exigente, amor que exige atitude, um amor  que  não aceita que um filho se perca pelas drogas, um amor que reconhece seus erros, e não estou f alan do dos erros de quem é usuário, mas do familiar que não usa. A responsabilidade é de toda a família , ninguém que ser um dependente químico. Quando um jovem / uma pessoa procura as drogas, não é porque quer esse sofrimento, procura porque deseja fugir de algo, buscar uma ale gria que não conhece ainda, usa porque é infeliz. Se fosse feliz não usaria, pois usar drogas é exatamente ir atrás de um prazer e encontram nas drogas. Pena que esse prazer se transforma em pouco tempo em um tormento, pois é enganoso. É um prazer que eng ana o cérebro e o torna escravo de uma maldição, que é considerado por nós, profissionais, como doença muito grave, que pode levar à morte e precisa ser tratada como tal, uma doença física, psicológica, social e espiritual.   

 

 

 

 

 

 

 

Guia-me: Muitos acreditam que por estarem com sua família dentro da igreja, estão livres de qualquer problema relacionado a drogas. Você concorda com essa opinião ? A Igreja "imuniza" uma família desse mal?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Lobo: De forma alguma, infelizmente as igrejas não tem cumprido seu papel , não em sua totalidade, repreender , demonizá-la simplesmente não afasta usuários nem jovens delas se formos pesquisar em comunidades terapêuticas do mundo todo, quem são os dependentes verá que cerca de 80% são desviados de igrejas evangélicas, lamento informar más é  a estatística, o que nos deixa perplexos, e onde está o erro ? Em Deus ??? Claro que não, está na forma com que a igreja tem trado a questão, a droga afeta o ser humano em 4 dimensões, (bio, psico, social e  espiritual)  como poderei tratar uma só.

 

 

 

 

 

 

 

O Processo do vício, depois de instalado é uma  grande compulsão, que é impossível sem ajuda controlar, a maioria não controla, apenas desloca de uma droga para outra de um comportamento compulsivo para outro comportamento, muitos estão espiritualmente até bem , porém sua compulsão exposta a estímulos da droga o fazem a ter recaídas, e traz com isso um sofrimento dobrado para quem conhece a palavra de Deus, porque além do fator social, familiar, psicológico auto estima, ainda traz  o peso de ter magoa a Deus , muitos por não dar conta dessa dor se afundam cada vez mais chegando até ao suicídio.

 

 

 

 

 

 

 

Na prevenção sim, a igreja pode se usar de sabedoria  impedir que seus jovens mesmo expostos a ela saibam decidir não usar , isso depende de muita clareza , conhecimento e criatividade  usar todas as vias e tipos de prevenção, competir com o prazer ou seja dar ale gria , mostrar de forma criativa o poder de Deus, colocar o jovem em contato com pessoas que sofrem com as drogas de forma inteligente para que possam ajudar, serem solidários servirem de modelo,  outro fator importante na prevenção é a família , que muitas vezes estão totalmente desestruturada e por vergonha  e ou não ter quem se importe de fato, vão vivendo uma  vida dupla  “santos na igreja , nem tanto em casa” pelas minhas pesquisas essa é uma das principais causas de frustrações entre os jovens e isso leva a desvio da fé em conseqüência pode levar a comportamentos destrutivos como o uso de drogas para fugir da realidade hipócrita que vivem    

 

 

 

 

 

 

 

Do ponto de vista técnico, a maconha age no cérebro alterando sua função, causando várias conseqüências. Há portanto muita coisa a dizer e se fazer para se minimizar o uso da maconha. Devemos começar por entender como ela age e seus efeitos.Instruir as novas gerações para que não caiam no vicio, e legalizá-la será um retrocesso a inteligência, é promover o caus total na saúde Publica.

 

 

 

 

 

 

 

Quanto a  Segurança Pública , dizer que legalizar a maconha vai resolver o problema do tráfico de drogas, ou minimizar os problemas  de segurança é mais uma prova de que os neurônios desses que acreditam nisso estão lesados definitivamente, pois a única coisa que pode melhorar a questão de segurança pública inteligência , vontade política e união das forças  e isso é totalmente destruído pela maconha e outras drogas .