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O Crack, droga que vicia na primeira utilização
O Crack, droga que vicia na primeira utilização


 

O Crack, droga que vicia na primeira utilização

 

O Crack, droga que vicia na primeira utilização

 

O Crack, droga que vicia na primeira utilização

 

 

Crack: O Crack é uma substância estimulante do Sistema Nervoso Central, sendo que tal substância é advinda do Cloridrato de cocaína, sendo que a forma usual de uso são as formas aspirada ou dissolvida em água para uso intravenoso.
 
Como a cocaína sofre alterações quando submetida ao calor, para que a forma fumada seja usada necessita-se trabalhar tal composto com a adição de bicarbonato de sódio e água.
Tal droga recebe este nome, pois em tal preparado a pasta de cocaína se torna endurecida, se quebrando em pedaços e emitindo sons que lembram o som da palavra “crack”.
 
Quando se fuma o crack, ele entra pelos pulmões, órgão este intensivamente vascularizado e com grande superfície, levando a absorção instantânea. Por meio da circulação chega ao cérebro causando os efeitos da cocaína, porém muito mais rapidamente do que por outras vias.
 
Tão rápido quanto o início dos efeitos é a duração da manutenção deste efeito ( 5 minutos na forma fumada diferente da cocaína que pode durar de 20 a 45 minutos ), o que faz com que o usuário necessite utilizar mais vezes a substância.
 
Em relação ao fumo do crack ele é realizado por meio de cachimbos, desde os mais comuns, feitos de madeira,  desde aqueles confeccionados de latas de alumínio, canos de plástico ou metal, copos de plástico, entre outros.
 

Efeitos

Os efeitos após a pipada( ato de fumar o crack em cachimbos ) são:
1.       Sensação de grande prazer
2.      Intensa euforia e poder
 
Estes efeitos duram muito pouco tempo ( no máximo 5 minutos ), o que pode levar o usuário a consumir a substancia de forma compulsiva, termo este conhecido como fissura, que nada mais é do que o desejo incontrolável do usuário em sentir novamente o prazer que sentiu com o uso.
 
Além disso, a substância pode provocar efeitos como agitação psicomotora e agressividade. O uso do Crack é envolto por três situações graves que acometem seus usuários: PARANOIA,  FISSURA E DEPRESSÃO PÓS-USO.
 

Com o uso prolongando os usuários podem sentir:

·         Insônia
·         Hiperatividade
·         Estado de excitação
·         Perda da sensação do cansaço
·         Falta de apetite ( bem usual chegando a causar perda de peso extrema ), 8 a 10kg em menos de um mês

Além disso, com o tempo prolongado de uso o usuário pode perder as noções básicas de higiene, sentir cansado e depressivo.
 

Outros problemas ligados ao uso são:

·         Aumento da pressão arterial,
·         Risco de infartos e acidentes vascular encefálico (AVE),
·         Baixa de imunidade devido à má nutrição,
·         Predisposição a doenças pulmonares,
·         Lesão em lábios e boca por queimaduras ( com maior risco de se contrair Herpes e Hepatite C )
 

Redução de danos

Segundo Andrade et al , 2001; a “Redução de danos é uma política de saúde que se propõe a reduzir os prejuízos de natureza biológica, social e econômica do uso de drogas, pautada no respeito ao indivíduo e no seu direito de consumir drogas”.
 

O Crack, droga que vicia na primeira utilização

O crack está se espalhando assustadoramente pelo Brasil. A droga é um dos principais problemas na maioria dos municípios brasileiros, não só pelos danos que provoca nos usuários e suas famílias, mas pelo fato de sobrecarregar o sistema de saúde. Recentemente, pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios revela o crack como um problema alarmante, gerando violência, revelando a falta de estrutura adequada para o atendimento aos usuários, falta de recursos para reinserção social e combate ao tráfico. O crack é uma droga que vicia a pessoa em uma única utilização.

Afinal, o que é o crack? é um derivado da cocaína. O crack tem um poder infinitamente maior de gerar dependência, pois a fumaça chega ao cérebro em 12 segundos, com velocidade e potência extremas. Ao prazer intenso e efêmero, segue-se a urgência da repetição. Além de se tornarem alvo de doenças pulmonares e circulatórias que podem levar à morte, os usuários se expõem à violência e situações de perigo que também podem matá-los. As principais consequências para a saúde do usuário decorrem da intoxicação, quando o usuário aquece a lata de refrigerante na hora de inalar o crack, para provocar o vapor da droga, aspirando também o alumínio aquecido. O metal se espalha pela corrente sanguínea e provoca danos aos pulmões, cérebro, rins e ossos.

Porém há outros malefícios, como a perda da fome; o organismo passa a funcionar em função da droga e o dependente quase não come ou dorme, ocasionando um processo rápido de emagrecimento. Casos de desnutrição são comuns. A dependência também leva à ausência de hábitos de higiene e cuidados com a aparência. Os pulmões são lesionados com a fumaça do crack, levando a disfunções e com o processo de emagrecimento, os dependentes ficam vulneráveis a doenças como pneumonia e tuberculose. O coração, devido à liberação de dopamina faz o usuário ficar mais agitado, o que leva ao aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Há também oscilações de humor; o crack provoca lesões no cérebro, causando perda da função dos neurônios, levando às doenças psiquiátricas, como psicose, paranóia, alucinações e delírios.

A morte de usuários pode ocorrer por infarto ou derrame. Em todas as situações, há exposição à violência, pelo envolvimento com traficantes. Finalizando, precisamos de ações rápidas e concretas contra esta droga tão avassaladora que está acabando com os jovens, em idade produtiva. A união, os estados e os municípios, devem articular mecanismos para combater esta epidemia crescente e assustadora, que está destruindo lares de famílias brasileiras. O enfrentamento à situação não deve ser somente a repressão. Temos de ter centros para tratamento de dependentes e divulgação maciça nos meios de comunicação, além de um suporte maior aos municípios, que atualmente têm uma sobrecarga nos sistemas de saúde, em decorrência da disseminação da droga.